terça-feira, novembro 06, 2007

Esferas

Por eras
o pó das estrelas
vira esferas

Nós somos
feitos de esferas
de pó de estrelas

Um dia
parte vira esfera
parte volta à estrela

terça-feira, outubro 23, 2007

Eletricidade

Você se toca? Certamente tocou o teclado ou o mouse para chegar até aqui. O mouse, por sua vez, emitiu ondas elétricas que navegaram de um lado a outro. No entanto não tocamos o mouse. Não clicamos. Não tocamos sequer a nós mesmos.

A matéria não existe como a imaginamos e concebemos. Basta entender o que é um átomo. Se todos os átomos são feitos de 99% de vazio e se o 1% da matéria que tem massa pode ser ainda mais subdividido, resta apenas espaço livre.

Por que tocamos? Porque os elétrons de nossa pele giram em velocidade igual à de tudo o que nos cerca. Se formos capazes de fazer nossos elétrons girar mais rapidamente ou mais lentamente, seríamos capazes de transpor a matéria, num estado similar ao que supostamente vivem os espíritos.

Quando tocamos algo com as nossas mãos, sentimos. As sensações nada mais são que resultado da vibração dos elétrons se tocando. Os impulsos elétricos são transmitidos de nossas mãos para a nossa coluna, onde se conecta com o nosso cérebro. Ele é capaz de "compreender a eletricidade" que chamamos experiência de vida.

O que ouvimos? Vibrações que afetam o nervo auditivo. O que vemos? Vibrações, que fazem borbulhar as células das retinas que, por sua vez, excitam o nervo óptico. Estamos cercados de eletricidade, num mundo em que muitas coisas existem, mas que não existem de verdade. Tudo é espaço vazio.

A capacidade de enxergar o que é muito pequeno permite reconhecer que as coisas são energia e que todas as coisas têm vida. Uma pedra bruta com os seus elétrons girando em alta velocidade, com o seu recorte do acaso, tem uma vida fantástica, condicionada ao partir de seus átomos de acordo com o tempo.

Sabendo que a sua vida é eletricidade, esse autor aqui lhe convida a experimentar os choques mais fantásticos da vida. Arrepie-se. Sempre que possível. Pois o universo nada mais é que vibrações de uma Voz.

sexta-feira, outubro 05, 2007

Cada

Cada um de nós tem um "Eu sou"
e uma Lei que bem nos faz quando é aceita.
O relógio gira sempre aonde vou
Seja larga a estrada ou a viela estreita.

Quando bato, vejo abrir-me as vontades
quando perfeitamente justas e sinceras.
Assim tem sido enquanto temos vivido
E será assim a cada um por muitas eras.

Cada um de nós tem um sentido
e uma força que nos leva a qualquer lado.
Bom destino é o tempo que vem sido construído
num terreno bem mantido e apropriado.

A vida que percebemos não é nada
mais que um sopro, uma divina expiração
cujo ápice é o Amor e a Geração
para que seja eterno o sangue de cada.

quarta-feira, outubro 03, 2007

A divindade do homem

Habita em cada um de nós a divindade. Ela vai no meio e carrega em si dons espetaculares, cada um associado a um centro psíquico específico. Elevar-nos é compreender que os dons em nada nos tornarão mais poderosos ou merecedores de coisa alguma. Pelo contrário. Os dons são dados ou retirados ao bel-prazer da moral universal que a tudo governa.

Há muitos centros psíquicos sendo que um deles é encontrado no plexo solar. Associado desde o umbigo até os pés, é esse centro que está relacionado com a energia do planeta e da matéria. Estamos grande parte do tempo com os pés no solo e esse é o nosso maior contato com a Terra durante toda a nossa existência. Cabe-nos compreender que é com os pés que tocamos o Reino e é com eles que devemos trilhar caminhos retos e perfeitos. Tal postura permitirá a abertura desse centro psíquico e, com isso, uma maior percepção do tempo e do espaço.

O segundo centro psíquico é o epigástrico. Está associado a todos os processos digestivos, ou melhor dizendo, de transformação química da matéria para a sua devida absorção ao organismo. Quanto a isso vale a pena comentar a necessidade da alimentação correta para o melhor equilíbrio desse centro. Hoje sabemos que determinadas vitaminas e minerais são essenciais para o organismo. Especialmente para os iniciados será necessário dizer que deve-se consumir alimentos e bebidas ricos em substâncias como o retinol, a tiamina, a riboflavina, a piridoxina, a cobalamina, o ácido pantotênico, a niacina, a carnitina, os bioflavonóides, o ácido ascórbico, o betacaroteno, o tocoferol e o calciferol. Tais substâncias são encontradas na natureza em diversos alimentos. O consumo equilibrado delas leva a uma saúde perfeita e a um equilíbrio do centro psíquico correspondente. Este chacra está associado ao Sol pois muitas dessas substâncias acima citadas são processadas e absorvidas mediante a luz solar. A falta de retinol, por exemplo, causa a cegueira noturna. Acontece que o corpo humano é capaz de sintetizar parte dessa substância diante da presença de luz solar e betacaroteno. Com a noite, sem o sol e sem retinol, pode-se perder a visão.

O terceiro centro psíquico é o renal, associado aos líquidos do corpo. O homem é um rio e suas margens são os vasos sanguíneos, por onde circulam cerca de seis litros de sangue. A água é absorvida pelo organismo por via digestiva e levada ao sangue pelo intestino grosso. Faz o seu ciclo pelo corpo até chegar aos rins, onde o sangue é filtrado e o líquido que não nos é necessário é eliminado. Esse centro psíquico está associado à Lua. Isso porque a Lua, em sua viagem em torno do planeta Terra, acaba por atrair os líquidos do planeta para determinadas direções, o que explica o fluxo das marés. Além disso também está associada ao fluxo menstrual das mulheres e às fases de ovulação dos animais. Não por acaso, num período de vinte e oito dias -- ou uma lua -- há fases em que estamos mais inchados ou em que desinchamos. Isso se deve pela influência da Lua em todos os líquidos que há na Terra. Não se pode, portanto, ignorar a função dos astros em nós mesmos.

O quarto centro psíquico é o do coração. Está associado ao fogo, à energia motriz que faz circular o sangue e permite-nos a vida como a conhecemos. Tem um ritmo e, por isso, também pode ser associado à música e à percepção do tempo. Até porque o tempo, vez ou outra, parece passar ora devagar, ora rapidamente. Isso se deve aos batimentos cardíacos. Quando há uma intensificação dos batimentos, o tempo parece passar mais rapidamente. Na verdade, em determinadas ocasiões, nem sentimos o passar das horas após um tempo intenso de trabalho mental ou físico. Enquanto no descanso, em repouso ou em meditação, o tempo não passa. Não por acaso um minuto tem sessenta segundos, que é mais ou menos o número de batimentos cardíacos em repouso. Controlar o tempo é, portanto, função vital. E, sabendo disso, saberemos que poderemos até mesmo viajar no tempo pelo equilíbrio desse centro.

O quinto centro psíquico é o da garganta. Está associado à fala e à glândula tireóide. Para preservá-lo, deve-se usar bem as palavras e os pensamentos. É nesse centro que devemos aplicar a retidão de nossos passos à retidão de nossas idéias. É onde deve prevalescer a honra e a virtude a partir do que é expresso por palavras.

O sexto centro psíquico é o da glândula pituitária. Este está associado à visão e ao equilíbrio de todas as funções do corpo. A hipófise é a glândula-mestre que governa todos os outros centros abaixo dela através de seus hormônios reguladores. O equilíbrio desse chacra é obtido através da meditação e do equilíbrio do corpo.

Por último, o sétimo centro psíquico é o pineal. Está associado a essa glândula que se encontra logo abaixo do cérebro exatamente na divisão entre os lóbulos direito, esquerdo e o cerebelo. Sua função é fornecer a química necessária para o bom funcionamento do cérebro. E também está associado às experiências mais espirituais, levando-nos à compreensão de toda a natureza quando expandimos esse centro.

Quanto aos dons espirituais relacionados, podemos dizer que cada um dos centros citados está associado a um deles. Assim o do primeiro centro citado está associado à Anima, isso é, à percepção real do mundo, seja do muito pequeno, seja do muito extenso.

Já o segundo está associado à Mahima, a expansão da consciência do todo do qual fazemos parte.

O terceiro, Garima, está associado à gravitação. Isso pode ser observado naquelas demonstrações de mestres de artes marciais em que eles são colocados como uma árvore no chão e ninguém consegue derrubá-los. Significa que podemos ter o peso que quisermos, ainda que tenhamos a mesma massa. Para isso basta ter um controle absoluto de nosso organismo e a expansão do terceiro centro.

O quarto, Laghima, está associado à levitação. Como a do nosso Mestre Jesus, que o fez por sobre as águas do Rio Jordão.

O quinto, Prapti, está associado à realização de objetivos, o que se faz com o trabalho. Está associado à compreensão de diversos idiomas e a bilocação, isso é, à capacidade de estar em mais de um lugar ao mesmo tempo. Muitos mestres já se utilizaram desses recursos, diretamente associados ao chacra da garganta.

O sexto, Prakayama, confere o poder da vontade suprema, isso é, da realização de qualquer desejo que se tenha. Só é obtido quando a sua vontade está em comunhão com a vontade universal. Permite a intercessão de diversos milagres, como tem permitido desde sempre ao longo da História da humanidade em relação a alguns homens santos.

O sétimo, O Vasitva, o poder de comandar. Está associado á coroa do rei, que vê as suas ordens sendo obedecidas pelos súditos. Vimos exemplos desse poder nas ocasiões em que Mestre Jesus converteu água em vinho. Há outros exemplos da História em que vimos isso acontecer. Trata-se de um poder em que não se comanda apenas pessoas, e sim qualquer objeto da natureza.

A elevação do espírito para alcançarmos esses poderes se dá através de uma tríade: concentração, meditação e êxtase. No entanto de nada adiantará ter esses dons se não forem usados para o bem comum da humanidade. Essa é a verdadeira função para a qual o homem foi criado. Não se deve almejar os dons espirituais tão-somente por sede de poder, e sim por uma verdadeira sede de sabedoria e de amor por tudo o que há no universo.

quinta-feira, setembro 06, 2007

O tempo certo

Viver é ver, ainda que sem olhar
ainda que sem língua, ainda que sem ouvido
ainda que sem a pele a trocar calor com o ar
ainda que sem nariz para dos aromas tirar sentido.

Vida é fato, tanto que o olhar fascina.
E não nega a língua que articula e saboreia
E não nega a pele que de carícias forma a teia
da proteção, como um cheiro afável às narinas.

Mas a vida não é só sentido, é também sentimento
é o amor a intercalar-se à mera busca dos prazeres
é a luz que tira a sombra da ignorância dos seres
é o sonho a interromper a realidade do momento.

Se você não se crê capaz de aliviar o sofrimento
viva mais, veja mais, há muitas coisas além
daquelas todas que observa, ainda que não muito bem
pois a vida, como os olhos, requer tempo.

quinta-feira, agosto 30, 2007

Neosentido

Inviajei outro dia
e dentro de mim passei
para ver-me a belavia
que de virtudes pavimentei
um ou outro malevício
daqui e dali desinventei
e ventarei aos quatro cantos
o quão bom é o medifício
construído com planostantos
todos eles Obradorrei

domingo, agosto 05, 2007

Os esquemas de coisas e as revelações

Isaac Newton, grande matemático, teólogo e alquimista do Renascimento, revelou a Lei da Gravidade. Expôs numa série de fórmulas o seu pensamento, materializando um conhecimento prático de como funcionam as coisas na Terra. As construções da humanidade datam de muito antes de 3.000 aC; portanto o que Newton faz é mesmo re-velar. O conhecimento dessas leis já era fato muito anterior aos cálculos por ele feitos.

Velar é tornar oculto em um novo sistema o que já era conhecido. A lei da Ação já era conhecida na Índia há muitos milênios. Com registros nos Vedas e Sutras que têm mais de mil anos de idade, já se falava do que em sânscrito chamava-se kharma. Newton a descreve dentro do esquema da Física, contexto ao qual ele esteve inserido. No entanto esse esquema já era conhecido na literatura religiosa, tema sobre o qual o discreto Newton se debruçava. Em verdade, Newton escreveu mais sobre assuntos místicos do que sobre qualquer outra coisa. Dentre os seus achados estaria uma profecia de Daniel sobre o fim do mundo. Data que Newton considerava ser 2060.

"Foi porque subi no ombro de gigantes", ele disse. Alguns querem compreender essa frase como uma tentativa de Newton de subir a escada do reconhecimento a partir de suas pesquisas. No entanto o cientista inglês de que falamos era especialista em re-velar as coisas, isso é, trazê-las à tona sob um novo esquema de coisas com o objetivo de estabelecer uma visão.

Uma visão de mundo que transcende o par materialismo-idealismo. Há quem diga que há uma divisão antiga dos esquemas de pensar humano desde Platão e Aristóteles, passando por Karl Marx e Adam Smith até chegar a Einstein e Planck. No entanto tal divisão de fato não existe. O ser humano aqui está para compreender a natureza e transformá-la por adaptação. No entanto transformá-la não significa criá-la. O homem não pode e nem deve atrever-se a dizer que há um par de formas de pensar, porque o livre-arbítrio que nos foi dado permite-nos discernir apenas aos pares, e não de forma ímpar como bem quer a natureza.

Em se tratando de ler o que há na Bíblia ou na teoria do Big Bang, em tudo há a mesma essência, o mesmo espírito. É porque a mente humana racional não consegue conceber palavras em poesia e revela em fórmulas matemáticas e conceitos lógicos os seus mistérios. O que é um dia para Deus senão o tempo de nascer uma galáxia para um homem? O que é um ano humano para Deus senão uma fração infinitesimal de tempo? A criação dos conceitos segue um princípio. Ainda que melhorado com o passar dos séculos e com o acúmulo do conhecimento, no final teremos da mesma forma o Universo nascendo com a luz em oposição às trevas, com a formação de estrelas e planetas e, por último, com a formação da vida. A mesma ordem que aparece em Gênesis.

As revelações de ordem espiritual têm em sua essência a fórmula para manter gravados em corações e mentes os seus conceitos. Usam de uma linguagem simbólica e emocional que, por sua vez, criam em nossos pensamentos formas ideais de agir, de entender e de aplicar esses ensinamentos às nossas vidas. De fato as religiões têm prestado um grande favor aos homens há muitos anos. Impôs a todos nós uma moral necessária para a convivência. Tanto é que nos meios onde não se aplicam esses preceitos morais sobram a maldade e a falta de compaixão. Parecer ser necessário ao homem não apenas uma fé, mas uma retidão que lhe ponha de pé e não o faça cair em tentação na vida.

E é a partir desse conhecimento simbólico e da elevação espiritual a partir da retidão de espírito que, até agora, o ser humano tem se inspirado para revelar os esquemas de coisas, todos eles escondidos sob os mais diversos aspectos da natureza. É em estado de transe, de meditação absoluta, que as grandes criações aparecem. Não houve homem na História que não tivesse feito suas grandes obras em momentos de tempestades mentais, de idéias tão complexas e bem encadeadas que mais pareciam obra de outra pessoa, e não do próprio dono de sua mente. Isso ocorre porque nessa profundidade de consciência o homem experimenta o desapego às coisas. Sente-se único com o universo todo, parte dele, mas capaz de sentir tudo o que há a seu redor.

Tal nível de consciência não é de fácil explicação. É como se o ar, a água que há no corpo, o fogo do circular do coração, a terra em que pisamos e a energia da respiração fosse tudo um grande fluxo. Retiramos algo da natureza para devolver-lhe em troca o que pegamos. No caso a respiração mesmo, algo simples do dia-à-dia, se analisada nesse Estado levaria-nos a um choque sobre os esquemas de coisas.

Hermes Trismegisto escreveu que todas as coisas são e provêm de Um, sendo que é pela mediação do Um, todas as coisas são nascidas dessa única coisa. Podemos entender a coisa como o átomo de Hidrogênio, talvez, com um próton, um nêutron e um elétron, três elementos complementares que permitem ao mesmo tempo um equilíbrio e uma instabilidade. Ora, imaginemos dois átomos desses por aí que se chocam e formam um átomo de gás Hélio. E aí imaginemos outros átomos de hidrogênio chegando e chocando-se, gerando sempre mais energia e novos átomos, incluindo aí carbono, oxigênio, nitrogênio e mais hidrogênio.

Desses quatro elementos é que somos feitos. Não por acaso respiramos o oxigênio e liberamos o gás carbônico. Esse último uma molécula feita de oxigênio e de carbono que, por sua vez, é o átomo que compõe a nossa parte material, sólida. Pois bem, liberamos esse átomo no ar, na forma de gás invisível, para a atmosfera. Sem imaginar que esse mesmo átomo irá fazer parte de uma planta. Digamos, de uma macieira. Essa macieira produzirá maçãs, todas elas feitas com o mesmo átomo de carbono que pode ter saído um dia do seu pulmão. Realizar isso é perceber o quanto estamos ligados a todas as coisas do mundo de forma científica, quase biológica. No entanto é isso o que Buda queria dizer com o estado de desapego, de grande compaixão por toda a natureza. É o que os gregos chamavam de agape, o amor incondicional por todas as coisas do mundo.

Falamos das revelações e dos esquemas; há muitos. Alguns que hoje a mente humana ainda não consegue conceber talvez precisem de mais revelações espirituais que inspirem a novas conquistas científicas. Somos todos limitados apenas por nossos pensamentos. Portanto pensamentos elevados é do que precisamos para resolver a nossa situação nesse planeta. Essas revelações espirituais não precisam vir necessariamente de um grande líder religioso, especial, que venha ao planeta. Pessoas especiais há por toda parte. Pode ser qualquer um. Um líder político que dê um exemplo. Um poeta que escreva algo que inspire a humanidade. Tudo pode ser a fonte de um novo esquema de coisas que ajude a melhorar a nós mesmos. Esse deve ser o nosso objetivo.

Hoje enfrentamos problemas como o aquecimento global, a necessidade de petróleo como fonte de energia, as nações medindo respeito pelo número ogivas nucleares, pessoas famintas e vírus insidiosos atacando o nosso sangue . O que será que estamos fazendo de errado para montar um esquema de coisas tão irracional quanto esse que montamos?

Deram-nos o livre-arbítrio para dele fazermos isso?

Está mais do que na hora dos homens e mulheres do planeta perceberem que são livres. Livres o suficiente para mudar as coisas. Livres até mesmo para retirar o poder de discurso de quem pratica más ações para a humanidade. Há muitos por aí que confabulam, conspiram, decretam o mal e estabelecem o vício. No entanto para todos eles há amor suficiente que quebre essa cadeia de aço. Li uma vez que é mais fácil quebrar uma cadeia de aço que uma cadeia de flores. Cabe a cada um de nós rachar as correntes que não nos deixa bater o coração e livrarmo-nos de todo o mal com o grande poder do livre-arbítrio que nos foi dado.

No sétimo dia, disseram, Deus descansou. Pois deu a todos nós poderes para transformar-nos a nós mesmos e ao nosso mundo. Deu-nos a chance de fazer melhor. Não nos esqueçamos do sétimo dia.